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M.a.y.a.r.a ™E então um dia uma forte chuva veio. E acabou com o trabalho de um ano inteiro. E aos treze anos de idade eu sentia todo o peso do mundo em minhas costas. Eu queria jogar mas perdi a aposta!!! Coisinhas e bla bla bla
Momentos eternamente guardados na menteTem momentos que se pudéssemos eternizar e parar o tempo ficaríamos horas sentindo a mesma emoção quase sempre difícil de descrever. E não estou falando de momentos comuns e banais, estou falando de momentos inesperados de rara beleza e que somos pegos de surpresa no fundo do coração. Também não estou falando de coisas que precisamos ter muito dinheiro pra curtir, estou falando de coisas que qualquer um pode desfrutar. Por: Alcione Péres
Para você quem procuroA ti que não sei quem é, mas que sei que estás no meu caminho
Aquela que jurei amor eterno em algum lugar do meu passado No presente, a espera me aflige Porém, é na esperança que me apego para que no futuro a felicidade reine Sei que um dia você aparecerá para que juntos realizemos nossos planos Planos presentes de amor, planos astrais, planos sublimes Hoje somente meu pensamento vai a ti numa tentativa de encontrá-la Nossas almas estão unidas; unidas, fortes e felizes Para que no dia do encontro definitivo possamos nos reconhecer Não como amantes da carne material Mas amantes de alma, amantes verdadeiros. Por: Renato §. Cardoso A Inclusão Digital no BrasilAnderson Toshio é graduando em Ciência da Computação pelo Universidade do Oeste Paulista (Unoeste)/FIPP. Possui habilidades em programação com o ambiente de desenvolvimento Borland Delphi 5 e 7, Borland C++ Builder 5 e NetBeans 5.0 com banco de dados Interbase/Firebird, MySql, Sql Server 2000 e PostGreSql.A inclusão digital é um assunto muito comentado nos meios de comunicação, e vem sendo discutido no cenário político, fazendo com que ações, projetos e programas sociais sejam elaborados e implantados em diversos países no mundo. Ao longo da história, novas tecnologias têm tido o poder de influenciar o comportamento da sociedade, assim como os telefones, o rádio, a televisão, e agora, com um pouco mais de 1 década, a internet. A nova era que vivemos, a era da informação, possibilita a nós o uso de diversas soluções digitais eficazes que beneficiam muito o nosso dia-a-dia. Porém, milhões de pessoas são classificadas como excluídos digital, não obtendo acesso às redes de comunicação interativas através de computadores conectados à internet. A Exclusão Digital A exclusão digital reflete na sociedade trazendo consequências culturais, sociais e econômicas, visto que a distribuição desigual da tecnologia, acesso à computadores conectados a internet beneficia apenas um determinado número de pessoas. “Três pilares formam um tripé fundamental para que a inclusão digital aconteça: TIC’s, renda e educação”. (Silva Filho, Antônio Mendes de). A Inclusão Digital A inclusão digital basicamente é a iniciativa de fazer com que a sociedade obtenha conhecimento mínimo para utilizar os recursos da tecnologia da informação e de comunicação (TIC), bem como ter e utilizar os recursos físicos, tais como os computadores com acesso à internet. Muitas iniciativas foram tomadas, dentre uma delas, o governo tomou a iniciativa de disponibilizar laboratórios de informática nas escolas brasileiras e o acesso à internet com banda larga. Embora o aumento de computadores nas escolas públicas no Brasil venha aumentando a cada ano, a pesquisadora Neide de Aquino Noffs, da Faculdade de Educação da PUC-SP diz que a inclusão digital nas escolas da rede pública ainda não é uma realidade. "O laboratório de informática existe, mas não é usado com freqüência. Não é uma atividade rotineira para os alunos; não é como a biblioteca, que fica aberta o tempo todo", afirma Noffs. Para que a inclusão digital tenha êxito, seria necessário a capacitação dos professores para que a sua aula seja integrada ao uso dos computadores. Alguns exemplos de sucesso são ocorridos em escolas particulares, que contratam monitores que são responsáveis pela manutenção dos laboratórios, estando disponíveis para o acesso aos laboratórios; além disso, os professores têm o auxílio deste para prepararem suas aulas com os recursos. Outra iniciativa é o projeto dos Telecentros de São Paulo/SP, que teve seu início nos meados de 2001. A prefeita Marta Suplicy assinou um decreto que permitiu a criação da Coordenadoria do Governo Eletrônico, órgão responsável pelas políticas públicas de inclusão digital; sendo o primeiro telecentro no bairro Cidade Tiradentes. Em Março/2002, depois da estabilização do primeiro Telecentro, começaram a ocorrer, em fase de testes, algumas oficinas para atrair um público mais diversificado. Após a avaliação inicial, foi comprovada a eficácia das oficinas efetuadas. Porém, uma das dificuldades neste projeto é conseguir estabelecer um indicador de qualidade, para que se possa medir a eficácia do projeto e comparar com outros projetos que estão sendo executados em paralelo. Um estudo de caso que poderá ser efetuado, e está sendo estudado, é a criação de cooperativa que irão utilizar a estrutura dos telecentro para desenvolvimento de software livre, assim podendo gerar renda para os participantes nesse grupo. Outro importante caso de sucesso a ser analisado é o apresentado em uma matéria informativa publicada pelo site ondajovem, que diz: “O Comitê para a Democratização da Informática (CDI), um projeto pioneiro na área, que em dez anos já criou 800 Escolas de Informática e Cidadania em 20 Estados, e cuja metodologia de ensino envolve a tomada de consciência da realidade social. “Nosso objetivo é formar cidadãos”, diz Rodrigo Baggio, fundador do Comitê. A idéia é que a inclusão digital leve à inclusão social. Ao aprender a fazer planilhas eletrônicas no programa Excel, por exemplo, os alunos entram em contato com dados sobre as desigualdades sociais. “Queremos que os jovens se tornem conscientes e possam se posicionar para uma transformação”, afirma Fábio de Oliveira, diretor de operações do CDI, que em 2004 atendeu 120 mil alunos.”. Porém um grande entrave para projeto desse tipo é a infra-estrutura envolvida, pois necessita-se de Internet de banda larga e a falta de tecnologia adequada encarece ou até mesmo inviabiliza o acesso à informática em algumas regiões do país.” Conclusão Embora iniciativas tenham sido executadas com sucesso, ainda é necessário uma política pública rígida ao combate a exclusão digital. Isto seria possível elaborando parcerias do governo com setores da indústria, comércio para ampliação dos telecentros e investimentos na educação, visto que é um dos pilares importantes para o acesso à TIC. A inclusão digital deveria ser uma responsabilidade social, visando a inclusão dos excluídos digital, na sua integração junto a sociedade da informação. Além disso, o acesso à internet deve ser democratizado, visto que é um robusto banco de informações e serviços e deve ser disponibinível à toda sociedade brasileira. O VERDADEIRO INTERNAUTANão acorda, dá boot. Não tem memória, tem HD de 18 GB. Não faz análise, dá um scandisk. Não peca, comete exceções fatais. Não rouba, executa operação ilegal. Não pede ajuda, tecla F1. Não esquece, deleta. Não evolui, faz upgrade. Não tem dó, tem DOS. Quando toma sopa de letrinhas, escolhe a fonte. Não freqüenta boteco, prefere ambiente Windows. Não tem cérebro, tem gerenciador de dispositivos. Não guarda rancor, faz backup das mágoas. Não tem raízes, tem configurações regionais. Não desmarca compromissos, remove programas. Não faz implantes, adiciona novo hardware. Só fica em segundo plano pra configurar papel de parede. Não gosta de mulher conservadora, prefere as de configuração avançada. Só usa tabelinha do Excel. Só mostra documento do Word. Sempre freqüenta o Powerpoint da rapaziada. Não gosta de prostitutas, prefere garotas de programa. No restaurante, pede o menu iniciar. Não exagera, maximiza. Quando está com gripe, toma antivírus. Não socorre, salva. Não tem motorista, tem driver. O código-fonte - ELIEZER JOSE DE PAIVAO fato de já ter trabalhado em diversas empresas e em diversos projetos me proporcionou uma interessante experiência, conhecer diferentes "filosofias de programação". Cada um de nós pensa de uma maneira diferente, chegamos ao mesmo lugar por caminhos diferentes, solucionamos um problema por lógicas diferentes. Filosoficamente falando, essa é a essência do ser humano. Porém, na nossa profissão (analistas e programadores) temos que muitas vezes deixar de ser humano e pensar como a máquina, raciocinar e interpretar os dados como ela, isso reduz drasticamente o número de soluções possíveis e viáveis. Chegar a qualquer uma dessas soluções exige um bom nível de "entrosamento" e até uma certa malandragem na hora de desenvolver o produto, para isso é extremamente necessário que se conheça as possibilidades da linguagem que se está usando. Pode até parecer irônico dizer que me sinto um membro da antiga geração de programadores (tenho 24 anos), mas a cada dia que passa tenho contato com mais e mais pseudo-programadores, pseudo porque são profissionais (com seu mérito e suas qualificações) que dominam ferramentas e não linguagens. O que me preocupa é que atualmente no mercado existem diversos produtos com as quais qualquer pessoa pode desenvolver uma aplicação e a cada dia novos produtos aparecem prometendo mais e mais funcionalidades. Esse tipo de alienação contribuí apenas para a crescente queda na qualidade da prestação de serviços de informática, tais profissionais habituam-se a utilizar ferramentas sem as quais não teriam conhecimento para sequer identificar o problema, quanto mais chegar a uma solução. Tenho exemplos que beiram o absurdo, como analistas que são incapazes de criar uma tabela em um banco de dados sem o uso de uma ferramenta apropriada e programadores que desconhecem escopos e sintaxes por fazerem uso de ferramentas visuais. Em uma situação de emergência (com as quais estamos acostumados a viver!) tudo vai depender das ferramentas instaladas no computador ou do conhecimento e da experiência do profissional? Como o próprio nome diz, ferramentas apenas auxiliam, não substituem o conhecimento. Incrivelmente, a indústria de softwares tornou o conhecimento irrelevante frente às funcionalidades das ferramentas, deixando o profissional "livre para se preocupar com o que realmente precisa". Assim sendo, imagino eu que no futuro os médicos serão incapazes de exercer a profissão fora de um hospital e engenheiros, sem suas calculadoras, serão incapazes de executar cálculos. Tornar os computadores cada vez mais inteligentes está nos tornando cada vez mais preguiçosos. Alunos da 5ª série que não sabem a tabuada (e nem o por quê do nome!), universitários que desconhecem trigonometria e etc. Através do código-fonte (a base do conhecimento, o básico) chega-se a um entendimento preciso sobre um problema e a uma solução mais eficaz, em qualquer área e em qualquer profissão. A cada dia que passa torna-se mais importante e necessário um controle sobre até que ponto tais ferramentas realmente são úteis, quais que realmente acrescentam em produtividade e em qualidade e quais (acredito que 90% do total) apenas nos deixam alienados em relação à causa e a solução. A Melhor Resposta... - Martha Medeiros
Quando Chegar.... Martha MedeirosQuando chegar aos 30 E quando chegar aos 50 E quando chegar aos 90 Sofrimento - Martha Medeiros
O sofrimento, excentuando-se o que traz de dor, tem um certo glamour, é cinematográfico.
*** Texto retirado do Spaces da Adriii.... não roubei tá!!!... ela deixou, rsrsrsrs *** Falando sobre Sentimentos...Solidão... é uma ilha com saudade de barco
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